Leilão define tamanho do rombo no setor elétrico - EXAME.com: "Aporte
Para lidar com o rombo da distribuição em 2014, o governo começou o ano assumindo essa questão por meio do Tesouro Nacional, que aportou R$ 1,2 bilhão para pagar parte do custo de janeiro com a compra de energia mais cara no mercado à vista. Mas, diante do tamanho do problema, a equipe econômica mudou de estratégia e articulou um empréstimo de R$ 11,2 bilhões com um sindicato formado por dez bancos.
"Mas esses R$ 11,2 bilhões são um ponto de partida. Podemos pensar nesse valor se o leilão emergencial for um sucesso e acabar com 100% da exposição das distribuidoras ao mercado de curto prazo", calcula Leite.
Ou seja, se os 3.300 megawatts (MW) médios de que o setor necessita não forem contratados na quarta-feira, essa conta poderá ficar ainda maior.
"E ainda dependemos das chuvas para sabermos quanto de térmicas serão usadas até o fim do ano."
Pela "regra de ouro" do setor, cada bilhão de reais desembolsado para cobrir o gasto com térmicas e a compra de energia mais cara no mercado à vista representa um aumento de um ponto porcentual nos re"
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